miércoles, 9 de mayo de 2018

Charla sobre Tortugas marinas y su conservación

Hoy, la ingeniera ambiental Daniela Geraldes ha estado en nuestro centro, dando una charla a 1º de ESO C, después de la que dio hace unos meses a 1º de ESO A, sobre los problemas a los que se enfrenta la tortuga marina Caretta caretta (tortuga boba o cabezona), que desova en Cabo Verde. La charla ha despertado el máximo interés entre los alumnos, que han hecho multitud de preguntas, hasta agotar el tiempo disponible.
Desde aquí agradecemos a la ingeniera Daniela su disposición para estas charlas que despiertan el interés de los jóvenes por la conservación de las tortugas marinas (la tortuga boba está clasificada como vulnerable por la UICN).






Casualmente, nos encontramos hoy en elpais.com un artículo sobre la reproducción controlada de esta especie y cómo dicha reproducción aumenta sus probabilidades de supervivencia, del cual tomamos prestada la siguiente imagen:

Una tortuga marina es liberada con el dispositivo de rastreo por satélite

lunes, 7 de mayo de 2018

Coastwatch 2018


18 DE ABRIL. Monitorización del estado ambiental de la playa de las Avenças (São Pedro do Estoril): Campaña Coastwatch 2018
Con la ayuda de una monitora del grupo GEOTA (responsable de Coastwatch en Portugal) y de un profesor de la Escuela de Secundaria Camões, de Lisboa, llevamos a cabo un estudio ambiental con los grupos e 4º de ESO de un tramo de 1 Km entre São Pedro do Estoril y Parede, recogiendo una gran cantidad de basura, que depositamos a continuación en los contenedores de reciclaje.















A continuación, presentamos algunos testimonios de participantes en esta actividad ambiental:

Actividade de observação da zona intertidal pelos estudantes do Instituto Espanhol de Lisboa
1. Eu sou Carlos Temperan, o professor responsável pela actividade prática desenvolvida com os alunos do 10º curso do Instituto Espanhol de Lisboa, que decorreu na praia de Avenças em Parede para observar a zona intertidal e sensibilizar para a influência do atividade humana no ecossistema aquático marinho.
Eu sou da Galiza, do Atlântico, cerca de 500 km mais ao norte, e verifiquei as diferenças e semelhanças entre ambos os biotopos Atlânticos.
O que mais me surpreendeu, em relação ao que se baseia a pirâmide trófica, é a escassez de florestas de macroalgas e sua influência na contribuição dos restos para a costa. Em contraste, a grande abundância de algas calcárias, mesmo em piscinas intertidais, e a da Galiza, só podem ser vistas com maior profundidade.
Foi uma experiência muito gratificante compartilhar com Carla Pacheco, da Coastwach, e Antonio, do Instituto Camões, que orientaram e monitoraram a atividade. E com os colegas professores do IEL: Fernando, José Ignacio e Manuel.
Muito obrigado pela sua colaboração.
Carlos Temperán – Professor B&G - Instituo Espanhol de Lisboa

2. Nesta excursão, visitámos a Praia das Avencas, uma praia que se localiza pela zona do Estoril. Quando chegamos à praia, deram-nos uma explicação sobre o que íamos ver e as instruções desta atividade. Nesta explicação, falaram-nos sobre o lixo nas praias e as suas consequências, tanto dentro dos oceanos como na zona terrestre, e os pequenos lagos que íamos encontrar, que estavam cheios de vida. Falaram-nos um bocado sobre os animais que viviam nesses lagos e as diferentes espécies de animais que conviviam numa mesma comunidade.
Começámos por uma praia na que ainda havia areia, nela encontramos diferentes algas, algum ouriço do mar, mas não era a zona onde mais seres vivos vimos. Um bocado mais afrente, a areia começou a desaparecer até que chegámos a uma zona completamente rochosa. Nesta zona vimos muitos lagos nos que havia uma vasta quantidade de ouriços do mar, algas, mexilhões, até encontramos algum exosqueleto do ouriço do mar, etc. Por esta zona, também encontramos uma rocha com água doce. Com esta, foi-nos proposto fazer um teste da água com uma fitas de nitrato. Ao realizar esta atividades, obtivemos uns resultados sobre a quantidade de nitrato que esta água continha.
Na minha opinião, gostei muito desta atividade pois pudemos pôr na pratica o que demos de forma teórica. Creio que esta é uma forma inovadora de conhecer o nosso entorno, não só para observar ao animais que por nestas praias habitam, mas também para ajudar ao meio ambiente ao recolher lixo, outra atividade que fizemos e da que também disfrutei. Acho que ao fazer esta atividade tenho uma visão muito mais amplia sobre o vida marítima no geral e também sobre como o lixo que nós criamos de forma inconsciente afeta a população marítima.
Laura R. 4º ESO A - Instituo Espanhol de Lisboa


3. Na minha opinião a excursão foi bem feita, os monitores sabiam o que faziam e deram-nos uma boa introdução ao que iríamos fazer e a informação suficiente para sabermos orientar-nos no ambiente onde estávamos
Em relação à excursão como atividade de aprendizagem, o meu grupo ficou a saber muito sobre a zona, a filtração da água e várias espécies deste lugar. Tivemos a oportunidade de ver a contaminação que afeta esta área sofre e como a maré influi nos seres vivos de lá.
Francisco C4º ESO A - Instituo Espanhol de Lisboa


4. A prática que fizemos na quarta-feira pareceu-me muito divertida e aprendi muito.
A nível educacional, estava bem preparado, aprendemos muito de um modo diferente do que habitualmente fazemos na aula, uma vez que uma das melhores formas de aprender é aplicando a teoria que aprendemos na aula.
Em resumo, achei uma atividade muito divertida e educativa.
Marina Q. 4º ESO A - Instituo Espanhol de Lisboa

5. Acredito que a excursão que fizemos com este projeto foi muito útil para nós porque obtivemos mais conhecimento do que já tivemos e agora, temos uma visão mais ampla do mundo ao nosso redor e dos seres vivos que o habitam.
Eu também vi a maneira como afetamos todos os ecossistemas do planeta, neste caso o aquático, com todo o lixo que jogamos no chão e no mar. Acho que fizemos bem em coletá-lo, pois dessa forma conseguimos ajudar, em parte, o meio ambiente e principalmente as espécies marinhas.
Além disso, isso nos ajudou a entender melhor o assunto que estamos estudando agora.
Rita V. 4º ESO A - Instituo Espanhol de Lisboa



domingo, 6 de mayo de 2018

CÓMO LOS ÁRBOLES REDUCEN LA CONTAMINACIÓN ATMOSFÉRICA

Un estudio ha cuantificado la reducción de la contaminación atmosférica y su beneficio sanitario y económico en Madrid.

Según dicho estudio, Madrid tiene 5.700.000 árboles, que captan al año 673 toneladas de polución y almacenan 470.789 toneladas de carbono, contribuyendo así a  reducir el impacto sobre el cambio climático del tráfico rodado.

En nuestra ecoescuela hay unos 50 árboles (uno por cada 20 alumnos aproximadamente), coge una calculadora y calcula cuántos kg de contaminantes capturan anualmente nuestros árboles y cuántos kg de carbono procedente del dióxido de carbono almacenan en forma de materia orgánica.

Los árboles de Madrid captan 673 toneladas de contaminantes al año

domingo, 29 de abril de 2018

EXPOSICIÓN DE COMICS SOBRE LOS PROBLEMAS DEL PLANETA EN EL HALL DE SECUNDARIA

Los alumnos de 1º de ESO han realizado, con motivo del 22 de abril (Día de la Tierra), y dentro de los Global Action Days, promovidos por ABAE-Eco-escolas, una exposición de comics sobre dos de los problemas que tiene nuestro planeta actualmente: los incendios forestales, que contribuyen al calentamiento global, y la contaminación marina, que está llenando de plásticos, microplásticos y otros contaminantes los mares del mundo (70% de la superficie del planeta).















viernes, 23 de marzo de 2018

miércoles, 21 de marzo de 2018

CELEBRACIÓN DEL DÍA DEL ÁRBOL PLANTANDO ROMERO


Hoy la Brigada da Floresta de 1º de ESO A ha celebrado la llegada de la primavera y el Día del Árbol, plantando un par de arbustos de romero ("alecrim") en el patio de secundaria. También hemos sembrado tres piñones de pino piñonero ("pinheiro-manso), otra especie autóctona.
En Infantil la maestra Chelo también ha llevado con sus alumnos una actividad d esiembra de piñones.



domingo, 25 de febrero de 2018

PLANTACIONES DE ÁRBOLES EN LISBOA PARA CELEBRAR LA PRIMAVERA

Nos próximos dias 3 e 17 de março, a Câmara Municipal promove novas plantações de árvores e arbustos, abertas à participação pública. Desta forma, os munícipes, trabalhadores ou visitantes da cidade de Lisboa, individualmente ou com a sua família, com a sua associação, coletividade ou empresa, poderão deixar a sua marca na estrutura verde da cidade.
Os interessados devem preencher o formulário de inscrição. Apesar de gratuita, a inscrição é obrigatória, uma vez que o número de inscrições é limitado e varia por local de acordo com o número de exemplares a plantar. As inscrições serão aceites por ordem de chegada e confirmadas por e-mail indicando o ponto de encontro para cada ação de plantação. 
Sábado, 3 de março, 10h00-12h30
Parque Florestal de Monsanto – Encosta do Alvito 
Sábado, 17 de março, 10h00-12h30
Parque Urbano do Vale da Montanha

Estas ações realizam-se independentemente das condições meteorológicas pelo que se aconselha que os participantes usem roupa e calçado adequados.

Inscrição aqui: http://bit.ly/2sRYub8